Professor 6 Dedos

Salve, Capoeira!

Meu nome é Nicolas Santos Augusto, conhecido na capoeira como Professor 6 Dedos.

Minha história na capoeira começou em 2005, no CCA Dom Bosco Lapa. Entrei como muitas crianças entram: movido pela curiosidade. Mas, sem perceber, aquela curiosidade se transformou em paixão, e a paixão se tornou um propósito de vida.

A cada treino, a cada roda e a cada desafio, descobri que a capoeira vai muito além dos golpes e acrobacias. Ela ensina respeito, disciplina, humildade, perseverança e união. Foi dentro da roda que aprendi algumas das lições mais importantes da minha vida.

Olhar para trás e lembrar de toda essa caminhada enche meu coração de orgulho. Foram anos de aprendizado e evolução. Cada corda conquistada representa muito mais do que uma graduação; representa as pessoas que caminharam ao meu lado, as dificuldades superadas e a certeza de que nunca desistir vale a pena.

Tenho uma gratidão imensa ao Mestre Murruga, que durante todos esses anos me ensinou não apenas a jogar capoeira, mas a ser um homem de caráter. Obrigado por acreditar em mim, pelos ensinamentos, pela confiança e por mostrar, através do exemplo, o verdadeiro significado de ser Mestre. Minha admiração por você vai muito além da capoeira.

Agradeço também a todos os meus irmãos de grupo, alunos, amigos e familiares que fizeram e continuam fazendo parte dessa trajetória. Cada um contribuiu para que eu me tornasse o homem e o professor que sou hoje.

Hoje tenho a honra de carregar o nome de Professor 6 Dedos, mas sei que esse título não representa um ponto de chegada. Pelo contrário, representa o início de uma responsabilidade ainda maior: ensinar, inspirar e manter viva a essência da capoeira para as próximas gerações.

Tenho orgulho do caminho que percorri, mas ainda mais vontade de construir tudo o que está por vir. Continuarei aprendendo, evoluindo e honrando aqueles que vieram antes de mim, para que um dia eu também possa deixar um legado para quem vier depois.

A capoeira transformou minha história, e enquanto Deus permitir, continuarei vivendo essa arte com o mesmo amor que nasceu em 2005.

Iê! Viva meu Mestre! Viva a Capoeira! Axé!

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